O mercúrio ocorre naturalmente no meio ambiente e também pode ser liberado através da poluição industrial. Na água, transforma-se em metilmercúrio, que se acumula nos peixes. Peixes predadores como o tubarão e o peixe-espada ocupam o topo da cadeia alimentar e acumulam níveis significativamente mais elevados de toxinas através de um processo denominado bioacumulação.